O remédio antipulgas é um item muito, mas muito importante no cuidado de nossos pets. E esse elemento se torna ainda mais fundamental quando nossos amiguinhos fazem passeios na rua ou vivem em quintais.

Isso porque eles não só evitam infestações de pulgas e de carrapatos. Mais que isso, o antipulgas também previne algumas doenças, como a erliquiose. Para aqueles que não sabem: erliquiose é uma doença transmitida pela picada do carrapato.

Antipulgas
Antipulgas: Créditos Freepik

Sem os cuidados básicos, qualquer passeio simples é suficiente para iniciar uma infestação de parasitas. Por isso, escolher um bom antipulgas e o aplicar corretamente é uma forma de dar amor e cuidados ao seu amiguinho peludinho.

No entanto, muitas pessoas pensam que as pulgas são inofensivas. Mas não se iluda: elas são perigosas e podem afetar seriamente a saúde do seu pet. Por isso, fazer uso de um antipulgas é fundamental.

Entretanto, o assunto gera muitas dúvidas. Isso porque há muitas opções diferentes no mercado atualmente. E isso quer dizer que pode ser realmente difícil selecionar a melhor opção para o seu pet.

Se este for o seu caso, este artigo é perfeito para você. Isso porque aqui nós apresentamos os principais tipos de antipulgas e te ajudaremos a escolher a melhor opção para o seu pet. Boa leitura!

Pulgas e carrapatos são mesmo perigosos?

Filhote de cachorro com coçar-se e morder pulgas
Filhote de cachorro se coçando – Crédito da foto: Freepik

Sim, pulgas e carrapatos podem ser muito perigosos para seu amiguinho! Por isso, é necessário muito cuidado e atenção.

Além do incômodo causado pela coceira, estes parasitas também podem causar problemas mais difíceis de serem resolvidos. Por exemplo, o contato com pulgas e carrapatos pode causar uma série de alergias e pode também transmitir várias doenças para seu pet.

Infelizmente, muita gente acha que estes parasitas não fazem “mal de verdade”. Isso porque as pessoas acreditam que o único efeito no pet é a coceira chatinha.

Mas, ainda que isso fosse verdade, já imaginou como seria ter dezenas (ou centenas) de bichinhos caminhando, se reproduzindo e picando seu corpo a todo momento? Já pensou como seria se fosse com você? Se é ruim com você, por que está tudo bem que aconteça com seu amiguinho?

No entanto, este nem mesmo é o caso. Infelizmente, as pulgas e os carrapatos podem afetar gravemente a saúde do pet. Isso pode acontecer porque estes parasitas podem transmitir muitas doenças, e algumas delas são bem difíceis de serem percebidas precocemente. E isso significa que, em muitos casos, quando o tutor percebe o cãozinho já está em estado crítico.

Infelizmente, em alguns casos o pet vai ao óbito porque foi exposto a estes parasitas. Normalmente, isso ocorre justamente porque ele desenvolveu alguma alergia grave ou alguma doença e quando o tratamento foi iniciado o seu estado já estava muito avançado.

Por isso tudo, é muito importante escolher um remédio antipulgas que seja efetivo. Assim, você estará protegendo seu amiguinho e garantindo qualidade de vida para ele. Então, veja a seguir algumas dicas de como escolher o melhor antipulgas pro seu caso.

O melhor antipulgas para um cachorro não necessariamente será o melhor para outro cachorro

Cão marrom com pulgas e carrapatos em uma cama coçando o focinho sem antipulgas
Cão marrom com pulgas e carrapatos em uma cama coçando o focinho – Crédito da foto: Freepik

Há muitas opções diferentes de antipulgas no mercado atualmente. Mesmo dentro de uma mesma categoria (por exemplo: comprimidos, shampoos ou coleiras), há uma enorme variedade de marcas e fórmulas diferentes. Então, pode ser bem difícil de escolher a melhor opção.

Por isso, é muito comum vermos as pessoas procurando por listas dos melhores produtos de um tipo. Mas, infelizmente, localizar a melhor alternativa nem sempre é tão fácil.

Em alguns casos, a escolha depende de critérios muito individuais – o que complica a escolha. E adivinhe? Os antipulgas fazem parte deste grupo de produtos que dependem de fatores particulares. Ou seja, para saber o melhor antipulgas para seu pet não basta buscar listas prontas na Internet.

Mas como fazer esta escolha, então?

Boxer adulto deitado em fundo branco cão tipo Molosso
Boxer adulto deitado em fundo branco – Crédito da foto: Freepik

O veterinário é, obviamente, o melhor profissional para definir a melhor opção para cada caso. Mas como será que ele faz isso, não é?

Bem, estes especialistas costumam fazer uma escolha baseada com o ambiente e vida do animal. Isso porque somente analisando cada cão em específico é possível definir a alternativa mais viável para cada caso.

Por exemplo, alguns cães podem ter mais sensibilidade e alergias. Outro cão pode ter muita dificuldade de engolir comprimidos via oral. No entanto, há outro pet que pode viver em um ambiente mais propício ao encontro com parasitas.

Ou seja, cada cãozinho é único e tem suas particularidades. Por isso, é preciso avaliar os casos de forma individual para receitar a melhor alternativa. Assim, o antipulgas selecionado será preciso e efetivo.

Então, observar os hábitos do seu amiguinho é fundamental na definição do tipo de antipulgas mais adequado. Quando o veterinário souber do ambiente onde o pet vive, seu histórico de saúde e outros dados, ele poderá compreender a melhor alternativa.

Conheça os principais tipos de antipulgas

Comprimidos em um fundo amarelo antipulgas
Comprimidos em um fundo amarelo – Crédito da imagem: Freepik

É muito normal que todos saiam dando dicas e sugestões quando você pedir recomendação de antipulgas. Isso porque cada um terá uma história para contar, e todas elas são baseadas nas suas próprias experiências, é claro.

Sempre haverá aquele que te dirá que os comprimidos que protegem por meses é a melhor opção. Afinal, eles são palatáveis (ou deveriam ser). Mas você oferece ao seu cachorro, ele cospe e você tem um trabalhão pra fazê-lo comer aquilo.

Terá também aquele outro que vai te recomendar o shampoo antipulgas. No entanto, você passará um mal bocado pra dar um banho minimamente decente no seu pet.

Ah, e também haverá aquele outro amigo, que vai te indicar a coleira. Mas você não esperava que seu pet fosse odiar tanto utilizar coleiras. E pronto: agora você encontra a coleira dele jogada por vários lugares do pátio toda semana…

Mas afinal, qual será o melhor tipo de remédio antipulgas? É por conta de todas essas possibilidades que há tipos diferentes de remédios. Ou seja, cada tipo de antipulgas responde melhor a um tipo de cachorro. Ou melhor: responde melhor a um estilo de vida diferente.

Conheça a seguir alguns dos principais tipos de antipulgas. E veja também algumas recomendações sobre cada um deles. Com isso, talvez você consiga definir a melhor forma de eliminar as pulgas do cachorro, no seu caso.

Pipetas

Gota do gotejamento de antipulgas em fundo verde
Pipeta gotejando líquido em vidro no fundo verde – Crédito da foto: Freepik

A pipeta é uma das formas mais populares de aplicar antipulgas. Isso porque ela, em tese, é uma alternativa fácil e rápida de proteger seu cachorro.

Em termos gerais, o antipulgas no formato de pipeta é aplicado na pele do animal. Normalmente, a aplicação ocorre na região da nuca. Essa região é a preferida porque é um lugar onde o pet não conseguirá lamber nem retirar o remédio.

De modo geral, as pipetas são recomendadas mais comumente em dois casos:

Coleiras

Homem colocando na coleira no cachorro
Tutor colocando coleira em seu cachorro – Crédito da foto: Freepik

As coleiras antipulgas se tornaram muito, mas muito populares nos últimos anos. Isso devido a sua praticidade, basicamente.

Não há mistérios envolvendo esse método antipulgas. Isso porque a aplicação é simples: basta colocar a coleira no pescoço do pet, como se fosse qualquer outra coleira.

Este método é amplamente recomendado para cães que vivam em ambientes externos. Por exemplo, cães que residem em sítios, fazendas ou chácaras.

Mas atenção: é muito importante que o tutor esteja atento ao tempo de efeito do produto. Pois a coleira precisa ser substituída dentro desse intervalo, obrigatoriamente. Isso porque somente respeitando o tempo de proteção você poderá garantir o cuidado com seu pet.

Comprimidos

Ilustração de diversos tipos diferentes de comprimidos em fundo azul
Ilustração de diversos tipos diferentes de comprimidos em fundo azul – Crédito da foto: Freepik

Os comprimidos costumam ser publicizados como “palatáveis”. O que quer dizer, basicamente, que terá sabor agradável ao animal. Claro que isso é muito sedutor, pois assim você não teria dificuldades com a ingestão.

Mas, infelizmente, muitos deles não cumprem essa promessa. E mais infelizmente ainda, é difícil saber quais deles serão melhor aceitos pelo pet antes da tentativa. Então, a fórmula é realmente comprar, testar e descobrir. Isso porque é possível que o seu bichinho não goste de um deles, mesmo que o comprimido seja muito bem aceito por outros pets.

Os comprimidos antipulgas agem de forma sistêmica. Isso quer dizer que eles atuam “de dentro para fora”, no organismo do pet. E alguns deles podem ter ação bastante prolongada, durando mais de um mês. Mas isso não é regra e você deve sempre considerar a especificação do fabricante.

Este método antipulgas é muito popular justamente por ser palatável para a maior parte do cachorros. E além disso, ele também é indicado para cães que tenham alergia ou outros problemas com a pipeta.

Sprays

Spray de exploração de mão antipulgas
Ilustração de mão humana apertando em spray no fundo branco – Crédito da foto: Freepik

Os sprays devem ser borrifados em todo o corpo do animal. Isso porque estará protegido contra pulgas as partes do corpo que estão em contato com o remédio.

Os sprays costumam possuir uma concentração menor de medicamento. Isso acontece justamente porque o remédio estará ao alcance dos olhos, nariz e boca do pet.

Justamente devido ao menor nível de concentração do remédio, o spray é muito popular e indicado para filhotes. Não é a toa, os antipulgas em spray são os mais lembrados por veterinários no atendimento de filhotes.

E os shampoos e sabonetes antipulgas, são uma boa opção?

Antipulgas
Antipulgas – Créditos: Freepik

Além das alternativas listadas acima, há também shampoos e sabonetes antipulgas. Estes produtos são talvez os mais antigos e, por isso, são muito lembrados e populares. Por isso, são também uma alternativa a disposição de vários tutores.

No entanto, as veterinárias costumam afirmar que estas opções devem ser usadas em último caso. Isso porque, o sabonete ou shampoo para cães pode causar algum tipo de intoxicação. Além disso, eles podem não ser suficientes para conter a infestação, dependendo da gravidade do caso.

Infelizmente, shampoos e sabonetes antipulgas também não atuam de forma preventiva. Ou seja, eles dão conta somente das pulgas que já estão no corpo do pet. Por isso, estas opções não garantem que o animal não será infestado novamente após o uso.

Os especialistas alertam que a melhor forma de resolver o problema das pulgas é atuar com prevenção. E isso significa que a melhor maneira de cuidar do seu amiguinho é evitar que a primeira pulga apareça. Neste caso, os shampoos e sabonetes não teriam serventia alguma.

Aprender a identificar os sintomas, perceber o problema e aderir rapidamente a um tratamento é a melhor maneira de controlar pulgas. Dessa maneira, você poderá manter seu pet saudável.

São muitas as opções de antipulgas!

Cachorro cortando unhas
Mulher cuidando de cachorro – Crédito da foto: Freepik

Sim, há uma variedade enorme de antipulgas no mercado. Por isso, é natural e esperado as dúvidas que ocorrem entre os tutores. Afinal, o que escolher? Coleiras, talcos, sabonetes, shampoos, pipetas, sprays, comprimidos… Como saber qual a melhor alternativa?

Essa dúvida é muito legítima e os veterinários estão advertidos da angústia que isso pode gerar.

Primeira geração de antipulgas

Alguns especialistas comentam que opções como coleiras, talcos, sabonetes e shampoos costumam ser muito mais baratos. Além disso, são alternativas mais antigas e, portanto, são os queridinhos de pessoas mais velhas. Entretanto, estas alternativas podem oferecer alguns riscos ao seu amiguinho.

Estes riscos tem associação com o princípio ativo destes produtos. Isso porque estes antipulgas trabalham com organofosfato ou com carbamatos. E, infelizmente, isso pode causar algum nível de intoxicação em alguns cães.

O problema destes antipulgas é a dose. Isso porque a dose que é tóxica ao animal é muito próxima da dose terapêutica. Ou seja, a dose que pode afetar a saúde do pet e a dose que mata os carrapatos e pulgas é muito próxima. É claro que isso pode gerar muitos problemas.

Segunda geração de antipulgas

Cachorro no tapete com sua tutora e estrelas douradas - Crédito da Imagem: Freepik
Cachorro no tapete com sua tutora e estrelas douradas – Crédito da Imagem: Freepik

Entretanto, estas não são as únicas opções de antipulgas – felizmente. A pipeta, o spray e o comprimido são alternativas mais modernas. Por isso, podem ser encaradas com olhos mais desconfiados por algumas pessoas. Mas, felizmente, possuem princípios ativos que matam os parasitas sem causar mal ao pet.

Desta nova geração de antipulgas, as pipetas e sprays foram os primeiros lançamentos. Um dos principais princípios ativos deles é o fipronil, que é muito eficaz. A vantagem é que ele age a nível de pele no animal.

O antipulgas se acumula na glândula sebácea e é resistente aos banhos (e água). Essa resistência acontece porque ele se dissolve na gordura do animal.

A última novidade são os comprimidos palatáveis. Com estes antipulgas, haverá a ingestão de moléculas que vão matar os parasitas via oral. Como ele opera na corrente sanguínea, todo o corpo do animal fica protegido de uma única vez.

Outras considerações sobre os tipos de remédios

Ícone de sinal de aviso triângulo amarelo
Ilustração de sinal de alerta – Crédito da foto: Freepik

Os veterinários alertam que nenhum método antipulgas entrega uma eficácia 100%. Ou seja, nenhuma das alternativas existentes está acima de todo e qualquer problema.

Enquanto algumas alternativas podem deixar uma parte do corpo desprotegida, a ingestão oral mata somente no momento da picada do parasita. Por isso, a opção oral também deixa o animal exposto a algumas doenças.

Por exemplo, os veterinários indicam que os comprimidos funcionam muito bem mesmo, pois eles se espalham por todo o corpo de forma igual. Isso acontece porque o antipulgas oral é disseminado pela corrente sanguínea.

Entretanto, o pet fica desprotegido devido ao tempo de ação. E também pelo fato do parasita precisar o picar para o antipulgas agir. Infelizmente, essa limitação faz com que o cãozinho possa estar exposto a doenças como alergias ou erlichiose.

No entanto, a pipeta e o spray agem muito mais rápido e via contato. Mas é muito comum que o tutor esqueça de passar em algum cantinho ou dobrinha do corpo do pet.

Por isso, alguns veterinários indicam que a melhor saída é optar pela associação de diferentes métodos. No entanto, a combinação de quais antipulgas utilizar depende da avaliação de uma série de fatores.

A praticidade para o tutor e a rotina do animal são alguns destes fatores, mas não são os únicos. Por exemplo, se o cachorro vive em um ambiente com muita infestação de parasitas o produto precisa ser um. Mas se o uso é somente de prevenção, o antipulgas indicado será outro.

E também vale lembrar que é importante associar o uso do antipulgas ao tratamento do ambiente. Isso é importante em todos os casos, em especial em locais com maior presença de pulgas e carrapatos.

Indicação referente ao porte do animal

Jack Russell Terrier deitado em fundo branco
Jack Russell Terrier deitado em fundo branco – Crédito da foto: Freepik

Bem, há uma enorme variedade de tipos de antipulgas, não é? Mas, independente do tipo de remédio selecionado, é imprescindível um cuidado: atenção com as indicações do fabricante.

Todos os antipulgas possuem algumas recomendações e orientações do fabricante. E estas recomendações precisam ser seguidas a risca. Isso porque estamos falando de produtos com potencial de veneno. Por isso, é importante seguir as orientações para evitar problemas ou riscos pro seu bichinho.

Peso, porte e tamanho do pet

Talvez a recomendação mais importante do fabricante diga respeito ao peso do seu pet. Isso porque a dose do antipulgas é calculado com base no tamanho, peso e porte do animal. Ou seja, se você desconsiderar este elemento você poderá estar:

  • Oferecendo um antipulgas que não surtirá efeito algum, porque será muito fraco para seu pet. Neste caso, o seu amiguinho seguirá sendo expostos aos parasitas;
  • Ou colocará o seu pet em risco, oferecendo um antipulgas muito forte e que pode ser prejudicial para sua saúde.

Em ambos os casos, o seu amigão pode ser exposto a situações de risco devido ao seu descuido. Então, é de extrema importância que você selecione o antipulgas condizente com o tamanho do seu pet.

Sem este cuidado, você pode oferecer um produto sem efeito ou colocar seu pet em risco de intoxicação. Por isso, fique atento a este cuidado, certo?

E é claro, se atente também para as outras indicações feitas pelo fabricante.

Com qual frequência devo reaplicar o antipulgas?

Mulher em passeio com cachorro
Mulher em passeio com cachorro – Crédito da foto: Freepik

Assim como o peso do animal, a frequência das reaplicações do antipulgas também é definida pelo próprio fabricante. Assim, basta você seguir as recomendações de quem fabricou o remédio.

Normalmente, uma pipeta tem duração média de uns 30 dias. O comprimido palatável, por sua vez, pode durar desde 30 dias até 3 meses, dependendo da marca. Com orientações bem claras, esta parte não costuma ser um grande mistério.

Mas destacamos também a importância da consulta com veterinário. Isso porque o médico poderá dar uma orientação um pouco diferente, dependendo do caso. Por exemplo: a frequência de uso pode variar dependendo do objetivo (prevenção, manutenção, combate contra infestações, etc).

Se houver dúvida, siga a recomendação do fabricante. Mas o mais indicado sempre será fazer uma consulta com veterinário e explicar o seu caso específico.

Cuidados ao aplicar o antipulgas

Tutora levando seu pet para passear no colo
Tutora levando seu pet para passear no colo – Crédito da foto: Freepik

Aqui vão 3 dicas que podem parecer básicas, mas que passam despercebidas. Com estas dicas, o seu cuidado será muito mais efetivo. Além disso, você também garantirá que seu pet não seja colocado em risco.

Utilização de mais de um antipulgas em paralelo

Como mencionado acima, é possível administrar antipulgas diferentes em paralelo. Essa administração conjunta é utilizada para ampliar a proteção contra parasitas.

No entanto, é altamente desaconselhável que a administração seja feita sem orientação expressa de um veterinário. Isso porque todos os métodos antipulgas possuem algum nível de veneno. Por isso, eles podem causar problemas graves no seu amiguinho, se usados em demasia.

Por exemplo, não ofereça um comprimido se o pet estiver utilizando uma coleira. Não borrife antipulgas em spray se o seu pet está sob proteção da pipeta.

Basicamente, não adicione em paralelo dois tipos de antipulgas sem que isso tenha sido orientado pelo veterinário. O médico poderá te ajudar a selecionar as opções corretas e nas dosagens certas para proteger sem colocar em risco a saúde do seu amiguinho.

Duração de efeito do antipulgas

Ilustração, de, relógio
Ilustração de relógio despertador em fundo branco – Crédito da foto: Freepik

Outra dica é se atentar a duração de proteção do antipulgas escolhido. Isso quer dizer que não basta aplicar uma vez, esquecer disso e achar que o pet estará protegido pelo resto da vida. Quem algum antipulgas tivesse esse poder, não é?

Para manter seu amiguinho protegido, você precisa estar atento a este detalhe. Conforme o efeito do produto passe, o seu animal estará em risco novamente. Infelizmente, o efeito não é perene. Por isso, fique ligado nisso.

Somente fazendo o uso contínuo e da forma correta do antipulgas você poderá garantir que seu amiguinho estará protegido, fora de risco e livre de doenças ou coceiras tão incomodas.

Uma boa dica é colocar alertas no calendário, na agenda, no celular… Não importa onde você fará o alerta, mas dê um jeito de sempre lembrar de adquirir uma nova dose e reaplicar.

E, novamente: está com dúvidas? Então é porque está na hora de agendar uma consulta com veterinário.

Cuidados com a proteção do ambiente

Cachorrinho fofo no quintal
Cachorro no quintal de sua casa – Crédito da foto: Freepik

Todas as dicas e sugestões até aqui foram fundamentais. Mas de nada adianta garantir que seu amiguinho estará protegido se o ambiente não estiver. Isso porque é a saúde do ambiente que poderá garantir a saúde do seu pet.

Infelizmente, de nada adianta você dar comprimido, colocar coleira, borrifar spray, dar banho com shampoos e sabonetes, etc, etc, se o ambiente onde o animal vive está cheio desses parasitas horrorosos. A melhor forma de garantir a saúde do seu pet é aliar os cuidados dele com os cuidados do ambiente.

Desta forma, mesmo que seu pet fique um ou dois dias sem a proteção do antipulgas, ele estará seguro porque o ambiente onde ele reside é seguro. E, é claro: certamente você também não quer ter um espaço problemático, cheio de carrapatos, pulgas e outros parasitas.

Lembre que estas infestações podem fazer muito mal para você e para sua família humana também!

Por isso, talvez uma excelente ideia seja aliar o antipulgas do seu pet com remédios caseiros contra pulgas e carrapatos para o ambiente.

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